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31/10/2011

Dupla da Record preenche os vazios da festa com ufanismo e cultura inútil

Maurício Stycer
Em Guadalajara (México)

Festas de encerramento são, por tradição, eventos desimportantes e chatos. Essa é uma regra sem exceção, que vale tanto para Olimpíadas quanto para Copa do Mundo. Imagine, então, para Jogos Pan-Americanos.
 
Tirando o público, que compra ou ganha ingresso para ver, e os atletas, que não têm nada melhor para fazer às vésperas de ir embora, há poucas coisas menos divertidas do que essas festas.
 
Ao transmitir a cerimônia de encerramento do Pan de Guadalajara, a Record se viu diante da chamada missão impossível: como preencher os vazios e a falta de atrações de um evento quase interminável no início da madrugada? Mesmo para os padrões de enrolação e ufanismo dos seus narradores, foi um desafio e tanto.
 
Quem teve paciência de entrar madrugada adentro foi obrigado a ouvir muitas abobrinhas. Álvaro José aproveitou qualquer deixa de Mauricio Torres para dar “pitacos” históricos e desfiar cultura inútil sobre qualquer assunto, com ou sem relação com a festa. Já Torres desdobrou-se nos exageros, que seu público conhece tão bem.
 
O narrador elogiou “o belíssimo quinto lugar do México”, viu um “mar verde-amarelo” quando a delegação do Brasil entrou no estádio Omnilife e se emocionou com a cerimônia de entrega de medalhas “ao nosso Solonei Silva”.
 
Já Álvaro José falou dos Jogos Olímpicos em Saint Louis (EUA), em 1904, viu um “elo entre o presente e o passado” na prova de maratona e falou do estádio Jalisco, onde o Brasil atuou em duas Copas, mas que não sediou nenhum evento neste Pan.

Parabéns para a dupla. (Daniel Marenco/Folhapress)

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Por UOL Esporte às 01h43

30/10/2011

Público do boxe não perdoa abraços e grita "beija, beija" para lutadores

Gustavo Franceschini
Em Guadalajara (México)

Em uma luta de boxe, é mais do que comum que os dois lutadores se “abracem”. A tática se chama “clinch” e é usada desde o esporte amador até as principais lutas mundiais da modalidade. No México, o lance virou piada.

No sábado repleto de finais de boxe, a torcida local foi animada como sempre, especialmente com os atletas da casa. Cada “abraço”, no entanto, rendia um sonoro “beija, beija” do público, que fazia o coro em meio às gargalhadas.

 “Eu gosto muito de ter torcida. E é engraçado eles gritarem, mas acho que é normal, porque a gente fica muito junto ali no meio né?”, disse Yamaguchi Falcão, um dos que ouviram o “pedido” do público de Guadalajara. (Foto: Flavio Florido/UOL)

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Por UOL Esporte às 01h58

29/10/2011

Clube elitista que recebe hipismo destoa e oferece apenas banheiros químicos

A elegância do hipismo começa por seus atletas. Cavaleiros e amazonas competem com adornos sofisticados. E o estilo se estende para as arquibancadas. Roupas de marca, bolsas caras, carrões e chapéus, muitos chapéus, dão o tom do público que à modalidade no Guadalajara Country Club.

No entanto, uma coisa destoa em meio a tanta sofisticação. O clube elitista oferece uma das melhores praças de alimentação e entretenimento do Pan de Guadalajara, mas deixa a desejar no atendimento ao público, que tem que se virar em banheiros químicos. Voluntários, organização e jornalistas compartilham do mesmo espaço.

Foto: Roberta Nomura/UOL

Por UOL Esporte às 21h34

Mudança de horário de jogo provoca tumulto no vôlei

Mauricio Stycer
Em Guadalajara (México)

Desorganização em eventos esportivos e maus tratos ao torcedor não são privilégio do brasileiro. No Pan de Guadalajara o fã de esporte tem sofrido na mão do Copag (Comitê Organizador) e da Odepa (Organização Esportiva Pan-Americana). Sexta-feira, no vôlei masculino, o caos foi tão grande que a polícia precisou intervir.

A programação do dia previa quatro partidas, divididas em dois programas. No primeiro, Venezuela x Estados Unidos, disputando do 5º ao 8º lugar, depois México x Cuba, valendo vaga na final. No outro programa, Brasil x Argentina, fazendo a outra semifinal do dia, depois Canadá x Porto Rico, pelo 5º ao 8º lugar. O primeiro programa começava às 14h e o segundo, às 17h.

Ou seja, o espectador comprava ingresso para ver dois jogos, depois saia do ginásio, e dava lugar ao espectador que adquiriu ingresso para o segundo programa.

Acontece que, na véspera, quinta-feira, o México teve um jogo duro contra Porto Rico, iniciado às 20h25, que terminou 3 a 2. O país pediu, então, para que a sua semifinal, contra Cuba, fosse trocada de horário com o jogo Brasil e Argentina. O problema é que o horário desta partida já havia sido estabelecido para atender pedido da Record, que a exibiu ao vivo.

Trocar o horário de México x Cuba com o de Canadá e Porto Rico foi a solução ”mágica” encontrada. Ao juntar as duas semifinais no programa noturno, o público que pagou para ver uma das semis no programa vespertino gritou. Com razão. Iriam ver duas partidas válidas pela disputa do 5º ao 8º lugar, e não mais uma das semis.

Como resolver este problema? O público que comprou ingressos para os dois primeiros jogos teve o direito de permanecer no ginásio para ver Brasil x Argentina. Aí começou a confusão. Quem chegava para ver esta partida, encontrava o ginásio lotado.

Diante da ameaça de invasão, a polícia foi chamada para conter os ânimos. Um vexame. Só depois da vitória brasileira, o ginásio foi esvaziado para a entrada dos espectadores que tinham ingresso para os dois jogos noturnos. Eles assistiram apenas Cuba vencer o México por 3 a 2. Foi, de fato, uma partida emocionante. Mas será que valeu o ingresso?

Foto: Vipcomm

Por UOL Esporte às 13h31

Ricardo Teixeira do México, chefão do Pan é vaiado na premiação do futebol



Mario Vazques Raña já foi o presidente do Comitê Olímpico Mexicano e hoje é o presidente da Organização dos Jogos Pan-Americanos. O home mais importante da organização do Pan de Guadalajara, no entanto, não saiu ileso da cerimônia de premiação do futebol masculino.


O cartola foi um dos responsáveis por entregar as medalhas aos atletas que garantiram lugar no pódio da competição, que terminou com o México campeão. . Quando seu nome foi anunciado no estádio Omnilife, no entanto, todo o prestígio foi esquecido. O homem que é dono, entre outras coisas, de um dos jornais de maior circulação no México foi extremamente vaiado.


O mesmo aconteceu com Jorge Vergara, dono do Chivas e um dos homens mais ricos do México, que mudou, a contragosto da torcida, a sede do tradicional Jalisco para o moderno Omnilife, que leva o nome de sua empressa pessoal.

O episódio com os dois cartolas lembra muito o do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que aconteceu na abertura do Pan do Rio de Janeiro. No auge de uma crise interna, o então mandatário do Brasil foi anunciado e vaiado por todo o Maracanã. Diante da saia-justa iminente, decidiu não falar. 

Crédito da foto:
EFE/Ulises Ruiz Basurto

 

Por UOL Esporte às 12h16

Gêmeas Bia e Branca Feres aparecem em panfleto de casa de prostituição no México

 



Mesmo fora da disputa do Pan, Bia e Branca Feres estão dando o que falar em Guadalajara. A casa de prostituição Galeón Night Club distribuiu panfletos pela cidade com a foto das gêmeas com a fim de atrair clientes para a noitada.

A ideia do estabelecimento foi chamar a atenção para a promoção das bebidas nacionais, no estilo compre um, leve dois. É aí que entram as gêmeas. A informação é do portal R7.

Bia e Branca ganharam fama durante os jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, em 2007, pela beleza e pelo bronze conquistado na ocasião. Com os holofotes, as gêmeas desistiram do esporte e optaram pela carreia de modelo e apresentadora. No início deste ano pediram dispensa da seleção.

Foto: Reprodução

 

Por UOL Esporte às 10h29

28/10/2011

Canadense marrento manda mexicanos calarem a boca e leva maior vaia do Pan

Bruno Doro
Em Guadalajara (México)

O canadense Nicholas Tritton não levou o ouro, mas sai com um título do Pan de Guadalajara. O de maior vaia. E ele foi muito eficiente para conseguir o feito.

Na decisão pelo bronze dos 73 kg, ele derrotou o mexicano Lee Mata, por ippon. Ao se levantar, fez sinal para a torcida “calar a boca”. Foi hostilizado na saída da área de lutas e quando subiu ao pódio. 

“Eles estavam gritando e pedindo punições quando não tinha porque ter punições. Eu não queria que eles interferissem com os juízes. No fim, só mandei eles calarem a boca um pouquinho”, disse o lutador, rindo. “Mas eles são fantásticos. Queria lutar com torcidas assim todas as vezes”.

Foto: Flavio Florido/UOL

Por UOL Esporte às 22h28

Hettsheimer desafia sono e Splitter comenta Brasil x EUA



(Crédito da foto: AP Photo/Martin Mejia)

O Brasil teve uma plateia de respeito nesta quinta-feira. Enquanto o time de Rubén Magnano enfrentava a seleção dos EUA, representado por jogadores da segunda divisão da NBA, os pivôs Tiago Splitter e Rafael Hettsheimer, que conquistaram com a seleção nacional a vaga para os Jogos Olímpicos de Londres-2012, estavam ligados na partida.

Dos EUA, onde passou por algumas sessões de treinamento com astro do San Antonio Spurs, Tim Duncan, Splitter usou sua conta no twitter para comentar a partida. “Boa Benite”, escreveu o pivô após um lance de infiltração com cesta e falta do armador. Antes, ele falou da greve da NBA, que teve uma reunião nesta quinta, e do jogo: “Acabou a reunião de hoje, pelo que dizem continuam progredindo. Enquanto isso, estou assistindo o Brasil no Pan, ganhando de 6 no intervalo vs USA”, continuou.

Da Espanha, Rafael Hettsheimer, herói do Pré-Olímpico de Mar del Plata, lutava contra o sono para ver o jogo: “3:50 da manhã aqui na Espanha.. Mas não perco esse jogo por nada... Vamooo brasillll”, escreveu o jogador, antes de revelar a angustia de torcedor: “Que sofrimento, mas esse jogo é nosso”.

Por UOL Esporte às 00h44

27/10/2011

Rodrigo Pessoa se irrita e dá as costas a repórter

Mauricio Stycer
Em Guadalajara (México)

Guadalajara Country Club, sede do torneio de hipismo nos Jogos Pan-Americanos. Chego cedo para acompanhar a primeira série de saltos, na quarta-feira, 26. A assessoria de imprensa do evento me informa que, se quiser falar com algum cavaleiro, devo me dirigir a uma área chamada “zona mista”, localizada à saída da pista. A instrução que recebo é repetida duas vezes: “Você chama o cavaleiro quando ele estiver passando. Se ele quiser, ele para e conversa com você”.

Rodrigo Pessoa é o primeiro dos 55 cavaleiros a entrar na pista. Ao deixar o circuito, passa por mim e não atende aos meus chamados. Logo depois, chega um assessor de imprensa do COB (Comitê Olímpico Brasileiro). Ele fala com alguém da equipe brasileira e ouve a promessa de que Pessoa falará conosco depois que a cavaleira Karina Johannpeter completar a sua prova. Além de cavaleiro, Pessoa acumula a função de treinador da equipe brasileira e quer acompanhar a prova de Karina.

Volto à zona mista um pouco antes do término da passagem de Karina pelos obstáculos. Pessoa já está ali, com o assessor do COB. Apenas nós três. Ninguém mais. Faço a primeira pergunta, ele responde. Nisso, Karina passa em frente ao local onde estamos, saindo da pista. Chamo a cavaleira, como fui instruído a fazer. Pessoa grita comigo: “Assim você atrapalha o trabalho da equipe”. Só consigo perguntar: “Não pode?” Pessoa diz: “Não”. E dá as costas a mim, sem dizer nada, e vai embora.

Não me lembro, em 25 anos de profissão, de um gesto deste tipo de algum entrevistado.

Por UOL Esporte às 14h42

Cambistas vendem ingressos para festa de encerramento por até dez vezes o valor

“Os cambistas estão entre os maiores vencedores dos Jogos Pan-Americanos”, observa, irônico, o jornal “Publimetro” em sua edição desta quinta-feira. Em quase duas semanas de competições, a polícia prendeu apenas quatro revendedores de ingressos. Os preços cobrados para os eventos finais deram saltos acrobáticos. O da final do futebol masculino, na sexta-feira, vendido por 100 pesos é encontrado na mão de cambistas por 1.000 pesos (R$ 1 é equivalente a 7 pesos).

Ingressos para a festa de encerramento, no domingo, cujos preços chegam até a 2.200 pesos são vendidos no Mercado Livre por 7 mil. Um ingresso de setor mais popular do Ominilife, que deveria custar 800 está saindo por 2 mil. Os cambistas negociam livremente nas redes sociais e em sites de vendas.

Outro problema detectado diz respeito à duplicação de ingressos, ainda que adquiridos de forma legal. Houve espectadores que compraram determinado ingresso via Ticketmaster e outros que o adquiriram diretamente nas bilheterias dos Jogos, ambos com os mesmos lugares.

Por UOL Esporte às 13h13

Cerveja e barulho marcam jogo do Brasil no vôlei

Você acha que trabalhar com esporte é uma grande moleza, certo? Ir ao ginásio, escrever sobre uma partida, conversar com os jogadores. Bom, a profissão é, realmente, das mais movimentadas. Mas nem tudo é tão agradável quanto você pensa.

Nesta quarta-feira, por exemplo, o ginásio em que o Brasil enfrentou os EUA, pela última rodada da fase de classificação, estava praticamente lotado. E a área em que o jornalistas foram alocados era no meio da torcida. E com torcedores malas.

Veja a reportagem do UOL Esporte, por exemplo. Quando o jogo começava, um mexicano foi abrir uma lata de cerveja (que nem mesmo poderia estar nas arquibancadas) e o líquido atingiu mochila e camiseta. Não bastasse isso, em uma fileira de cadeiras logo atrás outro torcedor mexicano usava dois daqueles bastões para fazer barulho. Muito barulho. Bem na orelha do repórter.

O Brasil, pelo menos, deu um belo espetáculo, se recuperou de um primeiro set cheio de erros e venceu por 3 sets a 1.

Por UOL Esporte às 00h49

26/10/2011

Casa de pole dance usa Pan para atrair mais clientes em Guadalajara

O turista que estiver em Guadalajara para acompanhar o Pan tem de estar bem informado sobre os locais de competições. Para isso, tem mapas da organização à sua disposição em vários pontos-chave. Na dúvida, porém, pode ir parar em uma competição nada familiar. 

O clube de pole dance Men's Club, na cidade mexicana, não teve dúvida ao saber da proximidade do Pan. Espalhou pela cidade outdoors dando boas-vindas à competição e aos visitantes. Em um deles, abusa da espirituosidade e convoca o público para a "sede oficial" do pole dance no Pan. 

Já pensou se algum atleta erra o caminho e vai parar no ginásio errado?

Foto: Divulgação

Por UOL Esporte às 10h18

25/10/2011

Atletas brasileiros tietam ex-jogador Romário na Vila Olímpica do Pan

   

Estreante em cobertura de Pans, o ex-jogador Romário continua fazendo sucesso na Vila Olímpica. Despois de causar frenesi em sua chegada a Guadalajara, o Baixinho faz sucesso entre os atletas. Nesta terça-feira, dois competidores postaram fotos ao lado do tetracampeão mundial no Twitter.

A jogadora da seleção feminina de futebol Ketlen Wiggers foi a primeira a comemorar a visita do ex-atacante. "Baixinho Romário agorinha aqui na Vila do Pan ;)", postou a loira.

Cinco minutos mais tarde, Giovannoni, do basquete, também divulgou uma foto sua com o Baixinho tirada na Vila Olímpica. "Olha quem apareceu por aqui... Romário !!", postou o jogador.

Quando não está em transmissão pela Record, Romário aproveita o tempo livre para passear pela cidade ao lado da mulher, Isabelle Bittencourt, e Isabela, sua filha.

Por UOL Esporte às 16h20

24/10/2011

Magdalena argentina vira "Macarena" em narração da final de handebol

O placar anuncia, antes do jogo, que Macarena Decilio é a camisa 6 da Argentina. Uma jogador baixinha e um pouco acima do peso ergue os braços e agredece os aplausos da torcida. 

Quando começa o jogo, ela assume um papel de protagonista. Dentro do limitado time argentino, ela é uma das principais opções de ataque e encara as rivais brasileiras, mais altas e técnicas. Foram dela os três primeiros gols da seleção alviceleste na final do handebol feminino no Pan, vencida pelo Brasil por 33 a 15. Depois de cada uma deles, o narrador do ginásio onde o jogo acontecia não teve dúvida: "Gol de Macarena Decilio, número 6 da Argentina. 

O detalhe é que Macarena, no caso, é Maria Magdalena Decilio. A argentina de 28 anos é uma das mais experientes da seleção argentina, mais uma vez derrotada pelo Brasil em uma final de Pan (em 2003, em Santo Domingo, a história foi a mesma). Para o narrador do ginásio da final, no entanto, ela é só uma homônima da famosa música pop latina. 

Crédito da foto: Jesus Espinoza/EFE

Por UOL Esporte às 07h54

23/10/2011

Pedido de casamento no intervalo rouba a cena em jogo de basquete do Brasil

Na hora em que parte da torcida estava indo ao banheiro ou comprando algum petisco para acompanhar o segundo tempo de Brasil x Colômbia, no basquete feminino do Pan, algo inesperado roubou a cena no espetáculo. No início do intervalo da partida, o sistema de som do ginásio avisou que algo especial estava prestes a ocorrer. 

Em uma das tribunas acima das arquibancadas, dois voluntários saíram com uma faixa que pedia “Caro” em casamento. Caro é Carolina, que tem 29 anos e é psicóloga. Ela veio de Guanajuato, em León, outra província do México, até Guadalajara para assistir ao Pan. 

O agora noivo em questão estava preparando a surpresa há três meses. Gandhi Santoyo, que tem 34 anos e é assistente social, combinou com a organização e assumiu o microfone do ginásio para fazer o pedido formal, recheado de vários “eu te amo”. O final feliz, com direito a beijo, arrancou aplausos de todo o ginásio. 

“Nós gostamos muito de esportes, e eu queria que fosse algo especial. Ela não fazia ideia do que aconteceria, mas é muito importante para a gente que tenha acontecido no Pan de Guadalajara”, disse Gandhi, que recebeu vários presentes improvisados de outros torcedores do ginásio, como correntes e broches. 

Por UOL Esporte às 14h47

Sobre o blog

Neste espaço, a Redação do UOL Esporte trará curiosidades, notícias e atualizações direto de Guadalajara, cidade-sede dos Jogos Pan-Americanos de 2011.

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